
“The term gentleman (from Latin gentilis, belonging to a race or "gens", and "man", cognate with the French word gentilhomme, the Spanish gentilhombre and the Italian gentil uomo or gentiluomo), in its original and strict signification, denoted a man of good family, analogous to the Latin generosus (its invariable translation in English-Latin documents).”
Tema este sensível, que requer algum estudo e prudência para não ferir susceptibilidades. É que, estupendos leitores, nem todo o homem é um Gentleman, ou em português cavalheiro. Desculpem, uso a palavra inglesa porque a portuguesa é pavorosa e faz-me sempre lembrar carvalhelhos que, como sabem é uma água deprimente que combate as pérolas nos rins...
Diria mesmo que tirando uns poucos (nos quais incluo exemplares masculinos da minha fantástica e espectacular família e poucos mais), à semelhança dos patuscos pandas, os gentleman's estão praticamente em extinção.
Discretos, atentos, bem falantes, bons ouvintes, afáveis, trabalhadores, educados, desportistas, tradicionais, generosos, gentis, fazem humor sem malícia, vibram com uma partida de bridge, usam o alfaiate e barbeiro do pai, ou mesmo do avô, vestem smokings, camisolas coçadas, fraques e se procurarem bem até encontram uma casaca no sótão lá de casa (ficam bem com qualquer trapinho), seguram e abrem portas de lojas, de casa e de carros, carregam embrulhos, sobem as escadas à frente das senhoras, ajudam quem precise, jogam ténis, beijam mãos, sabem beber, dançar, comer, sabem estar, com savoir faire...
Digo-vos que, nos dias que correm não é de todo fácil ser-se gentleman.
Já dizia o Quintana, “o verdadeiro gentleman compra sempre três exemplares de cada livro: um para ler, outro para guardar na estante e o último para dar de presente”. Ficam a saber…






















Então desde que se retirou do futebol, deixou de ser discreto para passar a ser uma presença constante nas capas de revistas. Algumas das reportagens fotográficas (especialmente as de Ibiza) só podem ter sido combinadas com os paparazzis pois as poses do próprio e da família são mais que estudadas e de todo naturais. O pobre sente-se ignorado e procura atenção... 
















Imaginem o que é uma piquena (ou um piqueno como o Mickey Rourke) ir à procura de ajuda para tirar as rugas, melhorar a cútis, parecer mais nova e sair da sala de operações pior do que entrou?! Deve ser o terror! Há inúmeros exemplos de operações plásticas mal sucedidas! Há até casos de piquenas que foram literalmente à cara do cirurgião. Veja-se
É por essas e por outras que tenho muitas renitências no que toca a ir à faca. Depois do mal feito à nossa cara não há muito mais a fazer. Obviamente que se houver um imperfeição notória, se a pessoa se sentir profundamente infeliz, é compreensível como último recurso uma cirurgia. Agora para erradicar totalmente o envelhecimento acho um tanto "rediculo" pois mais tarde ou mais cedo vem bater-nos à porta... 





