quarta-feira, 13 de julho de 2011

Património, dolce far niente

A UNESCO quer explicações do Governo sobre o estado do património cultural da RAEM.

A nível de recuperação e urbanismo, se continuarmos neste "dolce far niente",  o centro histórico de Macau perde a classificação de património mundial... Olhando para a zona em questão não me espanta de todo a advertência!

Até breve.

Dragon Rouge

Bem tentei "camaleonizar-me" numa tigresa fatal, com a boca pintada de Dragon Rouge Allure Laque da channel. Estar na moda fica-me tão mal... Tive que optar pelos bens comportados rosa-pastel.
Até logo!

terça-feira, 12 de julho de 2011

Eu não queria...

Gosto da minha vida tal qual como ela é. Não trocava.
Até logo.

segunda-feira, 11 de julho de 2011

So boring

Há quem diga que este blogue está maternal... Tirando uns quantos escritos, pessoalmente acho que está uma bela seca! Com a maternidade tornei-me exactamente naquilo que criticava em algumas das minhas amigas Mães... Só falo, escrevo e penso na cria...
Perguntam-me vocês "mas bolha Mor não tem mais nenhum interesse?"
Até tenho vários mas tão pouco tempo e disponibilidade mental para os cultivar que, olhem nem me lembro de mais nada... Vai daí este marasmo. Pode ser que daqui a uns bons 18 anos consiga voltar a escrever alguma coisa de jeito.
Meanwhile, podem deliciar-se com um escrito sobre a maternidade mas não maternal da Rititi, ilustrativo do que sinto sobre o meu corpo mas não tive pingo de imaginação para escrever...
Até breve!

sábado, 9 de julho de 2011

Hoje pesei-me, vou ter que voltar a correr, faltam-me um quilinhos para voltar ao peso que tinha antes de deixar de fumar.  Custa-me tanto acordar ainda mais cedo para ir correr...
Bom fim-de-semana!

sexta-feira, 8 de julho de 2011

Macau do antigamente

Aqui fica o endereço de um blogue muito bom com fotografias de Macau do antigamente...
Caderno do Oriente
Irreconhecivel a minha rua...
Até breve!

Estes dias muito quentes, húmidos e com um bonito céu azul fazem-me lembrar as férias de Verão, dos tempos em que era estudante e apanhava o voo directo para Macau.
Tardes deliciosas e molengonas passadas na piscina do antigo Hyatt com a Mãe e o mano, seguidas de passeios a pé pelos tin tins. Vamos ao centro, nada de pressas pois o Macau de antigamente tinha mais sabedoria do que o actual. Pela sombra, com um passo ritmado e lento pois este bafo não é para brincadeiras.
Antigamente viam-se mais gaiolas (!) a passear velhinhos nos jardins. Também corria mais aragem. É verdade que os passeios não estavam tão limpos como agora e tínhamos menos visitantes. Durante as horas de calor as ruas estavam desertas e não havia cadeias de fast food. Não me lembro de existirem bolachas típicas de Macau...Se calhar andava distraída.
Ultimamente tenho andado tão acelerada que nem tenho podido passear pelas ruas de Macau do antigamente. Prometo voltar às caminhadas fora das horas de calor... Há anos que não como uma refrescante tigela de tau fu fá...
Até breve!

Para Embalar XI

Ter-me tornado Mãe foi o mais emocionante, marcante, confuso e feliz momento, esperei toda uma vida. Acredita.

quinta-feira, 7 de julho de 2011

A dor da perda de um filho

Diz-me muito este escrito. Adoro-te meu querido.

"Perder um filho, através de um aborto espontâneo ou retido, ou mesmo já na gravidez avançada, é a maior dor que uma mãe pode sentir, porque houve a interrupção do caminho natural da vida, que é gerar, gestar, parir e criar. A vida não prosseguiu, foi abruptamente interrompida. Passar pela perda do bebê, em qualquer uma destas fases é passar pela perda de um pedaço de nós. A dor da perda é tão imensa que não pode ser descrita, é uma imensa mistura de sentimentos, que vão da dor física à psicológica, da raiva, do rancor, à dúvida e à culpa.

A dor física acontece quando há a expulsão do bebê, são contrações iguais as do parto, porém sabe-se que o bebê não irá nascer vivo. A dor psicológica é a que nos anestesia, nos confunde, nos dopa. A raiva é o sentimento que se tem em relação a tudo e a todos à nossa volta, mas principalmente em relação a si mesma, a este sentimento está associada a culpa: afinal, o que fiz de errado? Eu tinha o poder de evitar o aborto? A dúvida é causada pela indefinição dos motivos que levaram à perda. Normalmente estes sentimentos são sentidos todos juntos, causando o marasma de sentimentos.

A forma de lidar com a dor da perda depende de cada mulher, não existem regras, mas todas devem viver o luto. Luto pela morte do filho. Somente vivendo o luto, a mulher consegue atravessar a dor e continuar a viver.

Não adianta não chorar, não falar, não gritar, não desabafar. Porém nem sempre as pessoas que estão a nossa volta sabem como ouvir, o que falar e como aconselhar. As pessoas, nestes casos, só precisam estar ao lado, se colocar ao lado, se fazer presente, amparar, abraçar; não adianta dar exemplos, fazer colocações simplistas ou religiosas do assunto, porque somente a mulher que perdeu sabe o valor que tinha este filho, e somente ela sabe o tamanho da sua dor.

Perder um filho é perder um pedaço de nós, sobreviver à perda, é o aprendizado que advém de tudo isto."

(Odete dos Santos, é Engenheira Civil, teve duas perdas gestacionais, é moderadora do grupo de apoio a perdas gestacionais “Unidas Pela Dor”, e uma das idealizadoras da ONG Projeto Ser Mãe, Brasil)

quarta-feira, 6 de julho de 2011

Maria José Nogueira Pinto (1952-2011)

Era uma mulher de força!
Nunca mais descobrem a cura para a horrível doença...

Delicioso pedido de namoro

(recebido por e-mail)

♥ apertado

Daqui a uns dias estou de partida. Já estou com o coração tão apertadinho...

terça-feira, 5 de julho de 2011

Ahhhhhhhhhhhh

Como de  pequenino se torce o pepino, daqui a pouco vai ter a sua primeira aula de chinês!

10


A nossa filha tem 10 meses.
Gatinha a grande velocidade, mete-se de pé, bate palminhas, faz o barulho dos indios, tem três maneiras de dizer adeus, não pára quieta, dança, tenta cantar, refila quando se zanga, pega na colher, passa os dias a rir-se e a "falar" o idioma dos bebés.
Querida, não me lembro da minha vida sem ti!
Palminhas, olaré palminhas!

segunda-feira, 4 de julho de 2011

Fashion filigrana

Os meus cunhados ofereceram-me no natal uns brincos à rainha ou à vianesa que eu adoro. São cópias adaptadas dos brincos e laças que apareceram em Portugal no reinado de D. Maria I. Tenho reparado que cada vez mais a filigrana está na moda...  Muito fashion!

chocolate addict

Não sou muito dada a doces, mas ultimamente só penso em chocolate.
Invariavelmente todo o santo dia me apetece comer bonbons. Como não os compro e os que lá tenho em casa não são nada de outro mundo,  acabo por não comer tantos quantos me apetecem...
Estarei chocolate addict?!

domingo, 3 de julho de 2011

sexta-feira, 1 de julho de 2011

Ditado chinês

"Há três coisas na vida que nunca voltam atrás: a flecha lançada, a palavra pronunciada e a oportunidade perdida."
 

Retoques principescos

Charlene Wittstock é a noiva do príncipe Alberto do Mónaco, eterno solteirão, com um aspecto enormemente duvidoso e fama de sonso mulherengo (depois de o Pai Rainier III morrer reconheceu ter dois filhos ilegítimos, aposto que tem mais uns quantos).
Sobre o casamento, têm circulado inúmeros rumores de que a noiva está a tentar fugir... De qualquer forma o casamento religioso está previsto para amanhã.
A noiva, é uma antiga nadadora profissional sul-africana. Tem uma família medonha (vi na holla), cuja primeira ocupação no Mónaco foi comprar um fogareiro para fazer barbecues (poupem-me).
Charlene Wittstock tem 33 anos e uma camada de plásticas em cima que faz confusão... Se nesta idade, supostamente fresca, já recorre desta maneira ao bisturi, imaginem quando tiver 60 anos.
Noivos são noivos, só resta desejar muitas felicidades!

Isto não é um baby blogue

Embora pareça, esta chafarica não é um baby blogue... O que se passa é que a je anda tão estafada que nem consegue olhar para o seu redor para ver, ouvir e sentir coisas não relacionadas com a bijouzinha... Tramada a vida de Mãe.
Vamos ver se me recomponho para escrever alguma coisa de jeito não relacionada com bebés! Um óptimo fim de semana.
Até qualquer dia!