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quinta-feira, 15 de janeiro de 2009

Samantha Who?

Imagine que sofre um acidente e fica com amnésia. Para piorar a situação, descobre que afinal no passado não era uma boa pessoa e que muita gente a odeia... Podia acontecer a muita gente.
Não é um drama mas sim a nova comédia da Sony... Ao fim do dia e enquanto espero que o bolhão chegue do trabalho vou vendo alguns episódios e só vos digo que solto muitas gargalhadas! Notem que a série tem a vantagem de não ter as irritantes e odiosas gargalhadas gravadas que, geralmente acompanham as séries americanos nos momentos em que é suposto rir. Se o momento é mesmo hilariante não precisamos que nos indiquem quando devemos rir, certo?!
Não se esqueçam que “rir é o melhor remédio”, ou “quem sorri, seus males espanta”. O riso e o sorriso activam e desencadeiam a liberação e produção de endorfinas que são conhecidas como os hormônios da felicidade e da longevidade. O riso é bom para o físico, para a psique e para a alma.
Um resto de dia bem divertido!

quarta-feira, 3 de setembro de 2008

Isto não é Itália


Os médicos italianos estão de tal forma contra a falta de rigor clínico nos guiões das séries de televisão de grande êxito como «Dr.House», «Grey's Anatomy» e «ER» que, pediram o fim da sua transmissão.

Segundo a agência EuropaPress, os médicos consideram que aqueles programas reflectem mal as práticas médicas, exigindo por isso aos canais de televisão italianos que se abstenham de os transmitir. Isto porque as séries «estão a ensinar aos espectadores formas inexactas de aplicar medicina, desinformando a população», além de estarem «repletas de erros médicos e detalhes equivocados»...

Ai Santinha, estou para ver quando as associações de bancos, advogados, jornalistas, fugitivos da cadeia (quantas críticas terão os irmãos Lincoln e Michael Burrows?), casinos, assaltantes, etc, se insurgirem contra as séries que retratam de forma errada o desempenho das suas "profissões"... Vai ser de gargalhada!

Mas dizia eu: Ainda bem que isto não e Itália ou o querido Gregory House podia deixar de aparecer no ecrã... É minha impressão ou tem um piadão?! Estou viciada...

sexta-feira, 15 de agosto de 2008

Weeds

Vou no terceiro episódio da primeira série da Weeds e sinceramente ainda não sei se estou a gostar... Talvez precise de ver mais uns quantos para vibrar.
"A delirante e desconcertante história de uma mãe de família rígida e… traficante. Nancy levava uma vida convencional no subúrbio da pacata e aparentemente conservadora Agrestic, na Califórnia. Após ficar viúva, ela, que não tinha profissão nem emprego, viu-se na absoluta necessidade de sustentar a sua família e manter o conforto dos seus dois filhos.Embora a série pudesse cair nos lugares-comuns que envolvem o olhar sobre o mundo da droga, acabou por surpreender com a sua ironia e paradoxos, fazendo provocações à cultura norte-americana. Com o seu humor refinado e ousado, a comédia não se prende ao politicamente correcto nem cai em extremos óbvios.Não é por ser traficante que Nancy se torna numa mãe desleixada: ela dirige a sua casa, é rígida na educação dos filhos e escrupulosa em relação à “erva”, não a vende a menores, nem a consome – isso mesmo, ela nunca provou!" - http://www.rtp.pt/
A ver vamos...

quinta-feira, 19 de junho de 2008

Vício

do Lat. vitiu, s. m.,
costume censurável ou condenável;
costumeira;
hábito prejudicial;

Que atingiu de forma forte e feia o Bubble Couple...

sexta-feira, 28 de março de 2008

Season 2

Já está à venda, de volta a maratona televisiva...
Bom fim-de-semana!

sexta-feira, 22 de fevereiro de 2008

I have a confession to make

Não gosto, não gosto mas já vi a série toda! E digo-vos mais, apesar de ser reles, cheia de palavrões, com péssimos actores, estou a pensar seriamente em comprar a série 2…
Tem razão caro sai lou, há coisas inexplicáveis! O grande final valeu...
Bom fim-de-semana!

P.s. E fiquem a saber que Red Hot Chili Peppers processaram o criador da série, porque este usou o nome de uma das suas músicas mais famosas ""californication", sem autorização...

terça-feira, 19 de fevereiro de 2008

Californication

A série é reles, o argumento podia ser bom mas a única personagem que tem alguma graça é o actor principal David Duchovny (X files).
Diálogos fracos e má representação. Palavrões a rodos (são tantos que sem legendas em português é difícil perceber as frases), cenas quase pornográficas, relações mal resolvidas e impossíveis de acontecer num mundo real. Hank Moody vai levar para a cama todas as mulheres que entram na série? Em linguagem Bolha, as muheres são medonhas Samantas do Sex and the City. Para se ser cool e ter-se graça não é necessário falar-se abaixo de calão. Se o mundo dos homens fosse assim tão básico estaríamos mesmo muito mal…
A única coisa que escapa é a casa da ex mulher do actor principal, a piscina e a sala são giríssimas.

Até logo!

segunda-feira, 8 de outubro de 2007

Vícios

Ultimamente os meus serões são preenchidos por dois vícios...

O primeiro começa mal chego a casa e prolonga-se até por volta da meia-noite. Dá pelo nome Brothers and Sisters e é a nova série da ABC que comprei em Dvd... Escusado será dizer que os dramas da disfuncional família Walker são absolutamente cativantes... A interpretação é supér! Eu que sou do género piegas, em todos os episódios fico com um nó na garganta... Para contrabalançar também solto umas sonoras e sentidas gargalhadas!

E por falar nesta série, imagine-se que a fox censurou parte do discurso da actriz Sally Field (a matriarca Nora Walkers, Melhor Actriz de Drama) por ocasião dos Emmys... Desde o acidente Janet Jackson/ MTV que as televisões americanas são obrigadas a deixar uns segundos entre o acontecimento e a transmissão, não vá o diabo tecê-las… São tão exagerados! E a frase estupidamente alvo de censura foi "Let's face it, if the mothers ruled the world, there would be no God damn war!” Não só não é escandalosa como é muito verdadeira... Que disparatados!

O segundo vício dá pelo nome “A sombra do vento”, do espanhol Carlos Ruiz Zafón. É um livro sobre livros esquecidos e uma trágica história de amor (à antiga), cujo eco se projecta através do tempo. Notem que ainda não acabei e já estou a pressentir um final infeliz...

Estão a visualizar o meu drama? Mal acabo de ver a série vou a correr ler o livro, o que significa que adormeço a horas pouco simpáticas para quem tem de trabalhar no dia seguinte.
O pior é que se estou ansiosa para saber os desfechos também sofro antecipada e angustiadamente só de pensar que estão a acabar...

Vicissitudes!!!