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segunda-feira, 19 de junho de 2017

Portugal em chamas

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Com a chegada do Verão, todos os anos arde uma parte de Portugal. Há desalojados, vitimas mortais, tristeza, lágrimas e vemos que os bombeiros estão exaustos.
Todos os anos dizem que há falta de meios de combate aos fogos. Todos os anos ficamos à espera que o ano seguinte seja melhor e aguardamos a implementação de programas de prevenção dos incêndios. Afinal, noutros países implementam politicas florestais eficientes. Limpandos as matas, criando valas, abatendo as árvores que estão muito proximas, abrindo caminhos...
Este ano, à semelhança dos anteriores, não vemos políticas de prevenção a funcionar, no primeiro incêndio, em Pedrogão Grande, contaram 62 mortos.
Não se admite!
 





sexta-feira, 28 de abril de 2017

Galileu


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Adoro ler. Gosto do cheiro dos livros, de encontrar folhas por abrir nos clássicos que eram da minha avó. Fico levemente triste quando acabo um livro que muito me agradou pois é o cortar de um prazer.

Quando era miuda a minha Mãe obrigava-me a sair de casa, apanhar ar e brincar em vez de estar horas infindáveis a ler. Arranjei uma lanterna para ler policiais nas horas que devia dedicar ao sono. Antes de me obrigarem já tinha lido com gosto os Maias.

Hoje em dia faço menos leituras mas sempre que entro numa livraria compro um livro...

Gosto muito da livraria Galileu, em Cascais, e  adoro a querida Caroline. Conheci-a quando os meus Pais nos levavam a comprar livros nas férias de verão. Era um ritual nocturno maravilhoso, comer um gelado no santini e passar pela Galileu para comprar um livro. Depois reencontravamo-nos porque jantavamos aos fins-de-semana na Caçarola. Eu com os meus Pais e irmão e a querida Caroline com as filhas. De uma alegria contagiante...

Se forem a Cascais, comprem livros na Galileu e tenham o prazer de falar uns minutos com a querida Caroline. Fica na Av. Valbom e vai valer a pena.

Bom dia!

terça-feira, 24 de janeiro de 2017

Sopro, Joalharia

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Marca de joalharia portuguesa, do Porto. O design é lindo, mimoso e original. Assenta na convicção de que todos podemos usar pelo menos uma joia por dia.
É uma pena só ter página de facebook e não ter uma loja online.
Vale a pena!

quarta-feira, 30 de dezembro de 2015

De popular a popularucho

Recebo, com alguma apreensão, a notícia de que o querido Paulo Portas não se vai recandidatar à liderança do PP.
O único lider bem vestido, com pinta, cheio de chá e charme deixa a política? Qualquer trapinho lhe cai bem, é o blazer, o polo, a samarra, a boina, etc, etc, etc.
Isto vai dar numa crise política. Só pode! Abrindo as hostilidades a que um magote de possidónios tenham a pretensão de o substituir. Pelo amor à santa! Óh Helena, faça qualquer coisa, demova o piqueno desta decisão tão irrevogável...
Bom dia.

quarta-feira, 2 de dezembro de 2015

Sent'Aqui

Adoro as cadeiras exclusivas do Sent'aqui.
A artesã é Mãe de uma querida amiga de Macau, com igual jeito para a bricolage. Os padrões são lindos e muito portugueses e só tenho pena de não estarem à venda por estas bandas.
Se está em Lisboa, não perca, no dia 6/12, o mercado do CCB. Dá um passeio, despacha os presentes de Natal e quem sabe se não compra uma cadeira unica, sem hipótese de encontrar uma igual à sua na casa dos seus amigos.
Bom dia!

quinta-feira, 22 de janeiro de 2015

"Spots" giros, Portugal



 
Mercado Bom Sucesso
(Mercado do Bom Sucesso, Porto)
 (Mercado de Campo de Ourique, Lisboa)
(Mercado da Ribeira, Lisboa)
 
Não é revelação que a  requalificação de antigos mercados de frescos tenha tido um grande sucesso em Portugal.
Antigas bancas de fruta e vegetais deram lugar a restaurantes de petiscos abertos pela noite fora.
Em Dezembro visitamos 3... O frio que se fazia sentir (mesmo com os aquecedores ligados)  não era nada agradável mas os petiscos valeram a pena.
O mais confortável (com menos vento) foi, sem dúvida, o do Bom Sucesso mas o mais giro de todos o da Ribeira, até porque tinha uma banca da Santini... Foi um gelado de framboesa (não havia morango) e doce de leite a dividir por três, somos gulosos e económicos...
Apesar do frio (ninguém tirou o casaco) adorei o conceito e espero repetir em noites de Verão!
Bom dia.

terça-feira, 2 de setembro de 2014

Ahhhh grande MST

Subiu na consideração do meu querido Pai e na minha...
 
Outro caso de rectidão foi divulgado esta semana pelo jornal publico (de 2007). Ficou a saber-se (já suspeitava) que o embaixador Pedro Catarino é integro, honesto e que não dorme em serviço.  O ex-Presidente da Comissão Permanente de Contrapartidas invocou “quebra de confiança” para cessar o contrato que o departamento mantinha com o escritório de advogados Sérvulo Correia & Associados. A razão: duas contestadas facturas de honorários, uma delas de um almoço de lazer... Para ler mais aqui.

Bom dia!


quarta-feira, 2 de julho de 2014

Valeu!

Carlos do Carmo é o primeiro português a conquistar um Grammy.
 
O fadista tornou-se o primeiro português a ganhar um Grammy numa das categorias mais consideradas, o "Lifetime Achievement", entregue apenas aos artistas pelo conjunto da obra que produziram ao longo da sua carreira e não devido ao êxito que lograram com determinada canção ou album.
 
Prémio mais do que merecido!

sábado, 25 de maio de 2013

Pó de Talco




Outra loja que podia abrir por estas bandas é a "pó de talco". Tem roupa tão gira para crianças. Se compararmos com as lojas do mesmo género em Hong Kong concluimos que não é assim tão cara.

Devia ter comprado este vestido para a Loufuzinha pois é lindo de morrer...
Até breve!

sexta-feira, 24 de maio de 2013

Arcádia



O que eu gostei de ver lojas da arcádia espalhadas por Portugal. Já não é preciso ir ao Porto para nos deleitarmos com os chocolates.
Em Lisboa, à porta de casa dos meus pais existe uma. Juntamente com a bulhosa vieram trazer qualidade de vida a campo de ourique.
Podiam abrir uma em Macau!

quinta-feira, 16 de maio de 2013

Campo de Ourique

Vivi 26 anos da minha vida em Campo de Ourique (o mais bonito bairro lisboeta) e quando lá voltei, no mês passado, percebi que estava mesmo cheia de saudades do meu bairro...
Despeço-me com um texto sobre o mesmo de MST. Bom fim-de-semana comprido!

“Viva Campo de Ourique

Tarde na manhã de sábado vou ao mercado de Campo de Ourique, um quadrado ocupando todo um quarteirão e com entradas por cada um dos lados dos pontos cardeais. Cheira a fruta e a legumes, ainda orvalhados da terra, cheira a cebolas, a coentros, a maçãs e a laranjas: nenhum supermercado cheira assim. Uma peça de fruta nunca é igual à outra, há que escolhê-las uma a uma, porque algumas têm bicho e outras não, algumas estão maduras de mais e outras ainda verdes. Saboreio este prazer de escolher peça a peça a fruta e os legumes, as saladas e os temperos, sem ter de levar, e sem poder escolher, embalagens já prontas de fruta asséptica e normalizada, legumes de sabor sempre igual trazidos de Espanha em camiões TIR pelas auto-estradas que construímos para lhes facilitar a vida. Aqui, até há pêras de Alcobaça, grandes e castanhas, em que se tem de pegar delicadamente para que o seu sumo não escorra pelas mãos, há tangerinas e laranjas que não vêm de Israel já com o selo colado na casca, mas dos pomares que ainda restam à volta de Lisboa, há uvas tardias, mas moscatel ou D. Maria genuínas, e não aquelas uvas monstruosas e que não sabem rigorosamente a nada, que vêm da África do Sul e que encontramos inevitavelmente, como sinal de boas-vindas nos quartos de hotel em qualquer paragem do mundo. E há frutos secos a granel e a peso: figos, passas castanhas, ameixas, amendoins, pinhões, nozes. E azeitonas verdadeiras e tremoços, meu Deus!

Depois vou até às bancas de mármore das peixeiras, onde o peixe vindo de madrugada de Sesimbra ou de Peniche brilha com uma humidade prateada, misturada com uma quase imperceptível camada de gordura ainda à flor da pele, sinal iniludível da frescura do dia. O sol da manhã de Outono entra disfarçado pelas janelas altas do mercado e reflecte-se nos olhos dos peixes, que repousam nas bancas como se ainda estivessem vivos. E eis o peixe mais fantástico do mundo, esse verdadeiro luxo que ainda nos resta: pregados, linguados, imperadores, salmonetes, besugos, carapau francês, peixe-galo, garoupa, cherne, lulas e choquinhos com tinta: tenho pena do resto do mundo dito civilizado, onde nem se quer se conhecem os peixes pelo nome!

Um bairro para viver tem de começar assim: com um mercado que é uma festa para os sentidos, um regresso aos sabores e aos cheiros que nos educaram. Campo de Ourique começa assim e continua depois, com tudo aquilo que faz deste bairro quase um milagre de espaço urbano perfeito: ruas largas, onde se passeiam casais, carrinhos de crianças e empregados no intervalo do almoço; comércio tradicional e personalizado, com algumas lojas ainda conhecidas pelo nome dos donos – a florista, o cabeleireiro, a loja de comida feita, o electricista, o oculista, a loja de ferragens, a papelaria-tabacaria, a casa das fechaduras, a loja de surf; e os cafés, com esplanadas conquistadas ao passeio e ao Millenium-BCP, com os seus quiosques de jornais cujos donos nos conhecem já tão bem que os dias nem sequer começariam sem o bom-dia deles. Campo de Ourique tem tudo isso, mais o jardim central, os seus pequenos restaurantes de culto, os seus excêntricos ou loucos já familiares a todos. Outras coisas felizmente não tem e muito do prazer de andar nestas ruas deve-se a essas ausências: prédios em altura e de fachadas preconceituosas, porteiros e seguranças de prédios, polícias de trânsito a tentar tornar a vida impossível. Aqui funciona como que uma auto-regulação da via pública, com um sentido natural de comunidade, em que ninguém se mete com os outros e toda a autoridade se torna dispicienda graças ao respeito mútuo pela liberdade de cada um. O melhor exemplo deste espírito de liberdade e tolerância mútua que aqui presenciei é um exemplo muito politicamente incorrecto, ocorrido manhã cedo, no café onde sempre tomo o pequeno-almoço. Uma senhora, cliente habitual, pediu um café e acendeu um cigarro. Nesta altura, um sujeito que eu nunca ali tinha visto e nunca voltei a ver, empertigou-se todo e, rico de novos conhecimentos adquiridos, interpelou-a: “Minha senhora, o cheiro do seu cigarro está-me a incomodar! E ela, sem sequer se voltar, soltou de lado, mas alto e bom som: “Olhe, também o seu cheiro me está a incomodar, mas eu não lhe ia dizer nada”. E o intruso saiu, de rabo entre as pernas e perante os sorrisos cúmplices dos habituées (oh, eu sei, um bando de selvagens!).

Pensando na explosão de ódio e de revolta que agora se vive à volta das cidades francesas, naquelas comunidades inteiras de populações imigrantes que não se sentem ligadas cultural e afectivamente aos locais onde vivem, que vêem o bairro como uma prisão e a rua como um terreno de confronto, dou-me conta até que ponto Campo de Ourique (não sei se por gestação espontânea, se porque alguém planeou e previu bem as coisas) é um bairro modelar, em termos de integração social interclassista e intergeracional, de justo equilíbrio entre comércio, serviços e habitação, entre espaços públicos e privados. E, afinal, este tão raro exemplo de harmonia e qualidade de vida urbana não precisa de nenhuma grande construção de referência, nenhuma urbanização de encher o olho, nenhum centro comercial (antes pelo contrário, o segredo é não o ter), nenhuma piscina municipal nem pavilhão gimnodesportivo, nenhuma rotunda com canteiros e estátuas pseudomodernas, enfim, nada que encha o olho e que mostre dinheiros públicos ou fortunas privadas. Apenas bom senso, sentido de equilíbrio e proporção humana. Depois, as pessoas fazem o resto: andam na rua sem pressa nem atropelos, param para conversar à porta das lojas, saúdam-se nas esquinas, passeiam as crianças, os velhos ou os cães, namoram ou lêem o jornal nas esplanadas, almoçam a horas certas na sua mesa de sempre dos seus pequenos restaurantes, numa palavra, vivem a cidade, não se limitam a sofrê-la ou a passar por ela. Certamente que aqui também há gente triste, sozinha, com vidas terríveis. Mas, pelo menos, a rua não os agride: conforta-os, distrai-os e, acima de tudo, dá-lhes um sentido de pertença a uma comunidade - que hoje é coisa tão rara e tão precisa numa cidade, como são o peixe, a fruta e os legumes do Mercado de Campo de Ourique.

Sei que este texto pode parecer um bocado absurdo, no meio desta eterna agitação em que vivemos. Mas trata-se de uma dívida de gratidão com o “meu” bairro, que eu precisava de saldar um dia. E também, já agora e aproveitando a oportunidade, trata-se igualmente de um apelo que faço a quem manda e a quem pode: por favor, não estraguem Campo de Ourique! Não é preciso muito: basta não fazerem nada.”

Miguel Sousa Tavares,

quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012

Faz-nos bem à alma

Continuo a rir-me com o Herman José, genial!

segunda-feira, 30 de janeiro de 2012


Está-me cá a parecer que o PPC se terá inspirado nas compras de leguminosas da Letizia...

quarta-feira, 18 de janeiro de 2012

Acabou-se o telejornal

Há algum tempo que me ando a controlar para não falar sobre política portuguesa pois, como não estou em Portugal custa-me mandar bitates.

Como vejo todos os dias o telejornal da RTP na TDM, consigo acompanhar o que vai passando do outro lado do mundo. A situação do país está miserável (com impostos para a classe média cada vez mais altos) e eu que não tenho pingo de sindicalista, não consigo deixar de ter aversão à reforma dos direitos laborais que se está a operar em Portugal. Portugal quer competir em termos de mão-de-obra com países terceiro mundistas? Os trabalhadores depois compram com o quê? Quem vai consumir?

Sempre embirrei com o Pedro Passos Coelho e a sua pose de jota, depois de o ouvir dizer aos professores desempregados para emigrarem para os PALOP, a minha embirração transformou-se em repugnância... Que PM é este que em vez de arranjar soluções, incentivando as pessoas a mudar o rumo da sua vida (criando negócios, mudando de profissões) lhes diz para se mudarem porque o país não tem solução? E confia-se neste homem para arrumar o país...

Haja decência.

segunda-feira, 21 de novembro de 2011

Na Abreu Carga, jamais!

Nunca mas nunca usem os serviços da Abreu Carga...
Perderam-nos 5 caixotes com pertences pessoais insubstituíveis, não nos pediram desculpas e ainda por cima não fazem nada para os encontrar.
Companhias destas merecem fechar.
Até logo!

segunda-feira, 31 de outubro de 2011

Fazem tudo por dinheiro

Há pessoas que fazem tudo por dinheiro...
Não pensem que tem a ver com o extracto económico ou necessidade, é uma questão de espinha, princípios e moralidade.
E por €5.250.229,00 (cinco milhões, duzentos e cinquenta mil, duzentos e vinte e nove euros)  limpou, alegadamente, o sebo à velhota... Para ler mais ir aqui e acolá.
Um horror!
Boas leituras.

sexta-feira, 14 de outubro de 2011

Sobre o OE português

Sinceramente não sei como é que algumas pessoas vão viver nos próximos anos...
O ambiente deve estar de cortar à faca, a desmotivação mais que evidente. Não ouvi falar em aumentos de impostos sobre o capital financeiro... Li que os transplantados vão deixar de ter o apoio do Estado. Os velhotes que paguem a crise com as suas parcas pensões, a corda ao pescoço da classe média ainda se vai apertar mais... E aos tubarões são exigidos muito sacríficios fiscais?
Hoje acordei sindicalista... Se calhar é da constipação, uma coisa é certa, Portugal acabou de bater no fundo!

terça-feira, 30 de agosto de 2011

Agosto em imagens

Estava uma ventania na melhor praia de Portugal.
Ainda bem que há coisas que não mudam...
 Os melhores gelados continuam a ser os do santini.
Jantares às quinhentas e
muita praia até às tantas.
Areia, sal e sol!
Ai a linha!

 O que eu adoro a minha piscina.

quinta-feira, 11 de agosto de 2011

Brevemente...

N vezes fiz rua acima, rua abaixo com os Pais, irmão ou amigas. Gelado na mão, camisola pelos ombros, no Verão a temperatura baixa durante a noite, há amplitude térmica*!!!  Tenho saudades desse tempo e desses sítios. Já só penso nas nossas férias...
Até logo.

* Piada para as pessoas de Macau que estão esquecidas do que isso é...

quinta-feira, 14 de julho de 2011

"Encontrámos um desvio colossal nas contas públicas”, Passos Coelho, Primeiro-Ministro de Portugal.
Após a tomada de posse, invariavelmente os P.M. fazem declarações desta natureza, . Será que sou a única a desconfiar de servirem exclusivamente o propósito de legitimar o aumento acentuado de impostos e a quebra de promessas eleitorais? Como diz o povo, quem se lixa é o mexilhão...
Até logo!