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quarta-feira, 10 de fevereiro de 2016

O macaco a fazer das suas!


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Começou mal o ano do macaco, para o templo da Deusa A-ma....
Houve um incêndio no edificio principal logo nos primeiros dias do ano. Para além de ter ardido património cultural, a minha família tem uma ligação secular a esse templo e ficamos todos tristes.
Bom dia!
 
 

segunda-feira, 24 de março de 2014

Ma Kau Seac

O fim-de-semana passou a correr e pautou-se por ser bastante intenso. Demos grandes passeios e visitamos o jardim da montanha russa, Ma Kau Seac ou Jardim da Espiral . Local onde já não ía desde a meninice e das deliciosas e quentes férias de verão passadas em Macau.
Antigamente tinha uma esplanada onde os adultos bebiam café e os mais novos "lemon chá". Tirando isso, está igual...
Uma das muitas vantagens de ter filhos é descobrirmos todos o fins-de-semana novos jardins ou recantos onde possam andar livremente e respirar algum ar menos poluído.
Também fomos ao museu da forças de segurança e ao jardim. Desta vez não avistei esquilos.
Boa semana!

quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

Fado: Património Cultural Imaterial da Humanidade

Não podia deixar de assinalar aqui que, o Fado foi esta semana reconhecido pela Unesco, como Património Cultural Imaterial da Humanidade.
Penso que Macau devia pensar sériamente em candidatar, na mesma categoria, o Patuá e a Culinária Macaense, por serem características tão próprias da nossa região. Para quando a candidatura, ICM?!
Até breve.

sexta-feira, 28 de outubro de 2011

A lembrar o Macau do antigamente

Dos poucos sítio que ainda nos lembra o Macau do antigamente é o Consulado Português. O tempo parou e a atmosfera é a de outros dias. Em todos os balcões se fala português e chinês, caras familiares, sorrisos conhecidos, muitas vezes acabamos por descobrir algum laço com quem nos está a atender.

Vão mudando os diplomatas mas as simpáticas caras atrás do balcão vão-se mantendo e ainda bem!

Importa recordar que "no antigo Hospital de S. Rafael funciona o Consulado Geral de Portugal em Macau, um dos maiores consulados de Portugal no mundo O hospital foi fundado pelo Bispo D. Melchior Carneiro, em 1569, foi o primeiro hospital ocidental em Macau e na China, e também o primeiro hospital na Ásia a oferecer tratamento médico segundo a medicina ocidental.
Conhecido como “o templo da cura”, começou por ser um modesto dispensário que proporcionava cuidados médicos gratuitos e medicamentos à população. A vacina contra a varíola foi divulgada e distribuída na China através deste hospital. Em 1834, o nome da instituição passou a ser de “Hospital dos Cidadãos”.
Restaurado várias vezes, o aspecto actual do edifício resulta da reconstrução efectuada em 1939."

Boa sexta-feira!

quarta-feira, 13 de julho de 2011

Património, dolce far niente

A UNESCO quer explicações do Governo sobre o estado do património cultural da RAEM.

A nível de recuperação e urbanismo, se continuarmos neste "dolce far niente",  o centro histórico de Macau perde a classificação de património mundial... Olhando para a zona em questão não me espanta de todo a advertência!

Até breve.

sexta-feira, 8 de julho de 2011


Estes dias muito quentes, húmidos e com um bonito céu azul fazem-me lembrar as férias de Verão, dos tempos em que era estudante e apanhava o voo directo para Macau.
Tardes deliciosas e molengonas passadas na piscina do antigo Hyatt com a Mãe e o mano, seguidas de passeios a pé pelos tin tins. Vamos ao centro, nada de pressas pois o Macau de antigamente tinha mais sabedoria do que o actual. Pela sombra, com um passo ritmado e lento pois este bafo não é para brincadeiras.
Antigamente viam-se mais gaiolas (!) a passear velhinhos nos jardins. Também corria mais aragem. É verdade que os passeios não estavam tão limpos como agora e tínhamos menos visitantes. Durante as horas de calor as ruas estavam desertas e não havia cadeias de fast food. Não me lembro de existirem bolachas típicas de Macau...Se calhar andava distraída.
Ultimamente tenho andado tão acelerada que nem tenho podido passear pelas ruas de Macau do antigamente. Prometo voltar às caminhadas fora das horas de calor... Há anos que não como uma refrescante tigela de tau fu fá...
Até breve!

segunda-feira, 16 de maio de 2011

Adeus barbearia Kak Lan

Primeiro foi a loja de bolachas na esquina da Rua da Palha, seguiu-se a papelaria, depois a saudosa e tradicional barbearia Xangai (onde as mulheres da minha família de outras gerações fizeram as unhas),  mais recentemente o restaurante Long Kei e a vaquinha, na semana que passou a barbearia Kak Lan...
Todos os dias fecham lojas que estiveram a atender ao público longas décadas. Os tin tins abandonados à sua sorte com menos mobília e antiguidades fazem dó!
O Centro de Macau da minha infância que eu tanto gostava e conhecia está a desaparecer, dando lugar a horrorosas lojas de biscoitos e carne seca, fast food e Sasa’s.
É o progresso, a lei da oferta e procura, oiço por aí, os preços das rendas que não param de subir! As fachadas, totalmente descaracterizadas, deixam antever um centro amorfo, com lojas todas iguais, onde não existem clientes habituais não nos tratam pelo nome, não sabem quem nós somos.
É pena não seguirmos o exemplo de Hoi An (no Vietname), também património da Unesco, onde apesar de viverem do turismo, o comércio tradicional se mantém e até serve de chamariz. É ver as fachadas todas diferentes, bem recuperadas, sorridentes clientes locais, galerias em várias esquinas, ferragens, mercearias, barbeiros, restaurantes cuidados, hospedarias.
Quando os turistas deixarem de se interessar por biscoitos e afins vamos ter um feio centro desértico pois, as gentes de Macau, por ali não encontrarem nada do que precisam, só multidão, desacostumaram-se a passear-se pela “baixa”...
Muita pena.

sexta-feira, 8 de janeiro de 2010

III Onde foi tirada?


Dos edíficios mais bonitos de Macau. Um destes dias publico aqui umas fotografias do interior. Foi fundado em 1870, já foi grémio.

quarta-feira, 6 de janeiro de 2010

segunda-feira, 28 de dezembro de 2009

Considerações pós-natalícias

Fico sempre com pena de o natal ter passado a correr. Não ligo pevide à passagem de ano mas o natal mesmo que passado longe da família, a dois muito juntinhos porque está um frio danado lá fora e porque é bom, é sempre uma época vivida intensamente. Depois de passado, sente-se uma espécie de depressão pós-natal, ou síndrome-pós-natalício-oh-já-foi-agora-só-para-o-ano... Pronto, já passou!

Tenho uma certa curiosidade em saber porque é que no dia 24 à noite, o centro de Macau estava inundado de pessoas com corninhos luminosos e espadas darth vader? Era véspera de natal, enquanto uns estavam na missa do galo outros brincavam ao halloween?!

Passei ontem pelo porto interior e só vos digo que fiquei triste... O pouco “Macau antigo” que existia nessa zona da cidade está a ser destruído. Existe um bunker novo e gigante para habitação que tapa a vista de todas as casas baixinhas e coloniais que caem de podres ao longo da avenida. Já para não falar das passadeiras aéreas que são necessárias mas podiam ser menos feias, mais integradas e discretas... Houve uma altura que achei que iam reabilitar toda a zona ribeirinha mas enganei-me, noutras cidades essa zona estaria a ser recuperada para ser o ex libris...

Hoje despeço-me com um poema em patuá de José Dos Santos Ferreira - Macau Di Tempo Antigo.

"Macau de antigamente
Na tempo de balicham
Non-tem assi tanto gente
Co tanto inventacam

Na sala di tiro grande
Sa tem mobilha pau-preto
Vaso-fula grandi-grandi
Orna casa qui bem-feto

Gente antigo, nos senti
Tem mas chiste, mas manera
Sabe fala, sabe uvi
Papia menos babuzera

Lava rosto, gosso dente
Nos tudo lembra come
Cava choma tudo gente
Vaza cha pa oncom bebe

Apa-bico quente-quente
Merendero ta grita
Abri lata choma gente
Vem pruva su catupa

Gente antigo sa divera
Capaz pa come-bebe
Dia intero pitisquera
Nuncassa susto more"
Até breve!

quinta-feira, 17 de dezembro de 2009

II Onde foi tirada?

Nesta zona da Cidade do Santo Nome de Deus, há quase 100 anos nasceu o meu Avô. Advinham?

quarta-feira, 2 de dezembro de 2009

I Onde foi tirada?

E Macau já foi assim...
Na altura esta zona já era muito central. Continuam a existir riquexós. A rua de cima está tal e qual. Hoje é muito movimentada...

terça-feira, 28 de outubro de 2008

A Sé



Não é sequer uma das minhas igrejas preferidas mas mudou pouco ou quase nada...
O edifício actual fica no local das anteriores. Foi totalmente reconstruído em 1937, tem duas torres sólidas e portas maciças. No interior, a sua principal beleza reside nas janelas formadas por magníficos vitrais.
Permitam-me um desabafo mas aqui este blog anda de certa forma incomodado com falta de acessos para deficientes motores em cadeiras de rodas e carrinhos de bebés... No outro dia reparei que uma pessoa que se deslocava numa cadeira de rodas não conseguia passar pelo jardim que há em frente da Sé pois há pilares de cimento a impedir o acesso de ciclomotores. Bem sei que a zona é pedonal mas há que ter em conta o acesso dos que não podem ser peões...
Boa terça-feira!

segunda-feira, 22 de setembro de 2008

Praia Grande

(George Smirnoff, Praia Grande, Macau 1863)
( Gravura, autor desconhecido )
A Baía da Praia Grande já foi assim... Moradias baixinhas, com 3 andares no máximo, portões de ferro, pequenos jardins, grandes árvores de fruta, janelões invariavelmente abertos para o ar circular pelas casas. Os criados viviam no andar de baixo e os proprietários no andar de cima.

Na Praia Grande dos dias de hoje ainda se consegue vislumbrar parte do Macau antigo e endinheirado. Nessa zona de moradias apalaçadas viviam as famílias abastadas… Sigam lá este percurso: o nº 83 (casa da Família Kou), a Escola Ricci, e a Casa Jardines… Bons passeios!

terça-feira, 16 de setembro de 2008