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sexta-feira, 2 de março de 2018

Siria, Holocausto

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Fontes da organização não-governamental Médicos Sem Fronteiras (MSF) indicaram à agência Lusa que os bombardeamentos e os ataques de artilharia síria contra este enclave rebelde fizeram pelos menos 500 mortos e 2.300 feridos, incluindo dezenas de crianças. As mesmas fontes admitiram que estes números podem ser “muito superiores”.
 
Os bombardeamentos ocorreram durante um cessar-fogo determinado pela ONU...
 
 
Senhores estadistas, NATO e ONU, vão fazer alguma coisa para defender as crianças que sobreviveram ou a vida vai continuar como se as atrocidades que se passam na Siria fossem um problema interno do país? Este holocausto tem de parar!
 
 

quarta-feira, 9 de dezembro de 2015

Triste infertilidade


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Muito triste a notícia sobre o cancelamento do apoio a residentes inférteis...
Os nossos Serviços de Saúde não fazem tratamentos de reprodução  assistida (deviamos seguir o exemplo de HK e ter um serviço de ponta, mas não) o que obriga os residentes a recorrer a outros locais (Hong Kong, Tailândia, Cantão, etc).
Há uns anos ia-se a uma consulta de infertildade no hospital e a avaliação demorava meses (senão anos) a fio. Muitas das vezes quando se chegava à conclusão de que o casal precisava de tratamento esse já tinha atingido uma idade em que já nem valia a pena fazer o tratamento.
Quando concluiam que precisava de ajuda, enviavam os doente para Hong Kong e aí começavam o tratamento penoso, fisica e emocionalmente desgastante. Felizmente, os casos eram monotorizados parcialmente no nosso hospital, evitando idas desnecessárias a HK.
Muitas das vezes os doentes acabavam por fazer os tratamentos em Hong Kong pagos pelo seu bolso.
Neste momento, os doentes que não tiverem meios financeiros podem desistir de um dia poderem vir a ser pais pois a infertilidade (que é uma doença gravissima) não é uma prioridade os nossos serviços de saúde...
Se o sistema antigo era mau, o novo é de bradar... Lamentável!

quinta-feira, 24 de setembro de 2015

sexta-feira, 19 de junho de 2015

Um cardápio mais que justo!


Eu femininista me confesso... Temos que ser nós, mulheres, a lutar pelos nossos direitos e a educar os nossos filhos incutindo-lhes a noção de igualdade, para amanhã o mundo ser mais justo, quer no trabalho, quer em casa.
Bom fim-de-semana comprido!



quarta-feira, 17 de junho de 2015

Crua realidade


Se todos denunciarmos as nossas suspeitas de maus tratos, escravatura e tráfico de pessoas, o mundo pode vir a tornar-se um sítio melhor...
Histórias tristes, tenebrosas e horriveis que podiam bem ser as nossas.
Todos somos pessoas.  É isso que não nos podemos esquecer, nunca!
A prostituta, a empregada doméstica, o pedinte, o varredor de rua, o operário: pessoas! Em tudo iguais a nós...
Bom dia!

quinta-feira, 30 de outubro de 2014

Contra o assédio!

Salvo raras excepções, felizmente em Macau as mulheres não são alvo de assédio...
Este video é um anúncio que faz parte de campanha contra o assédio sexual,  mostra uma mulher (actriz) a ser assediada nas ruas de Nova Iorque. Durante 10 horas ouviu mais de 100 "piropos" dos mais variados tipos.
«Sou assediada quando sorrio e sou assediada quando não sorrio. Sou assediada por homens brancos, negros, latinos. Não há um dia em que eu não passe por esta situação», referiu Shoshana.
A campanha foi criada para a ONG Hollaback!, que atua em 79 cidades de 26 países e denuncia o assédio não apenas a mulheres, mas também a minorias raciais e sexuais.
As mulheres sofrem mesmo deste abuso e por isso não acho a minima piada aos piropos de desconhecidos...
Bom dia!

"Apenas quando não houver mais peixes no mar, animais na fauna e árvores nas florestas é que o homem aprenderá que não se come dinheiro."Ditado Indígena

quarta-feira, 29 de outubro de 2014

Respeitar os outros



Apesar de Macau ser uma região riquíssima (18,4% do PIB per capita para os 91.37 dólares), cheia de casinos, lojas de luxo, turistas VIPS, todos os dias assistimos impávidos a atropelos nos nosso direitos e nos dos outros, uma região onde não se respeita a velha máxima “A nossa liberdade termina onde começa a dos outros”.

Quando éramos uma cidade pequena e pacata, com poucos habitantes, sem trânsito e apenas um casino, não havia tanto dinheiro, milionários, trabalhadores, visitantes, nem tanta falta de educação.


Os automobilistas não respeitam passadeiras nem o limite de velocidade, os peões atiram-se para o meio das avenidas, os táxis são a selvajaria que se sabe (não respeitam sequer a ordem pública), homens em tronco nu a experimentar roupa nos centros comerciais de luxo (não sabem o que são provadores e ninguém lhes explica), obras ilegais é mato, filas de espera não são para respeitar, cuspidelas, lixo no chão, as leis existem mas parecem não ser aplicadas.
Isto para falar na maior das pérolas: os lugares de estacionamento dos deficientes estão sempre ocupados por carros que não são dos deficientes motores…

Pessoas que não respeitam quem tem uma deficiência física e não se movimenta bem (por isso tem um lugar especial perto de casa) não só deviam ser sempre multadas como não merecem ter carta de condução nem carro… A penalização devia ser a retirada imediata da licença de condução.
 
É caso para dizer que o PIB não paga a educação nem o civismo.... 
 

 

terça-feira, 21 de outubro de 2014

Contra o racismo

Um anúncio cheio de amor!
Bom dia...

sábado, 27 de setembro de 2014

Ai Macau



Não é preciso enveredar pela política para se perceber que as coisas têm de mudar, a curto prazo.
Os serviços de saúde a rebentar pelas costuras, o hospital público a cair aos bocados (se um dia destes há uma epidemia não temos espaço para meter residentes e visitantes) e, ao contrário de HK que tem medicina de ponta, não se vê que a qualidade esteja a melhorar.
Não há vagas no ensino para tantas crianças (veja-se as creches) e é urgente aumentar a qualidade e diversidade. 
O trânsito está caótico, ou se limita a venda de carros ou se constroem mais vias.
Já para não falar da conduta de terceiro mundo dos taxistas que não é fiscalizada nem punida, dando uma óptima imagem da cidade turística que pretendemos ser…
O sistema de segurança social devia mudar, para descontos obrigatórios (patrões e empregados) prevendo uma reforma de velhice mais alta.
Mais espaços verdes, mais árvores por toda a cidade para combater os fumos. Devia ser construído um mega aterro destinado a parque da cidade com zonas verdes e jardim zoológico. A população merece!
Bom dia...

quinta-feira, 11 de setembro de 2014

Uma questão de dever

Onde estivermos, temos o dever de defender as crianças e os indefesos... Denunciem abusos!

quinta-feira, 10 de julho de 2014

Oprimidos




Há uma categoria de maridos que me faz aflição, o chamado pau mandado ou homem banana. Também as há em mulher mas são em menor número.
Este espécime é normalmente casado com uma manipuladora que, não se destaca em quase nada e pouco sabe fazer, limitando-se  a pedir, exigir, orientar.

Estou farta de assistir a anos de bananice obediente, submissa, esmagada pelas opiniões e vontades da opressora  que, inesperadamente culminam com um grito do Ipiranga da parte do macho oprimido…
Pouco há a fazer, depois de desperto nada o convence a voltar para trás… Independência ou a morte!

terça-feira, 8 de julho de 2014

Contra o sexismo

Educar os nosso filhos no conceito de igualdade...

quinta-feira, 24 de abril de 2014

Taxis



No estado em que as coisas estão na estrada, não se percebe porque é que os taxistas não são fiscalizados e duramente punidos? Todos os dias lemos notícias horriveis sobre a conduta dos taxistas de Macau. Aliás, basta abrir os olhos na rua e ver a quantidade de taxistas que se recusa a levar passageiro com o sinal "livre" aceso...
 
O que faz afinal a DSAT?
 
Para sermos uma cidade internacional temos que ter boa  imagem junto dos turistas e dos cidadãos... Infelizmente não é o que se passa, mal chegamos a Macau tentamos apanhar um taxi temos alguns cenários possiveis:
- não há taxis na praça, estão todos à porta dos casinos,
- o taxista recusa-se a levar-nos porque o trajecto é curto mas ao lado está um taxista que a troco de 500 patacas e o taximetro desligado nos leva onde quisermos,
- o taxista não responde ao nosso aceno, grunhe e não nos ajuda a meter a mala na bagageira, fica sentado como se não estivesse a trabalhar,
- o taxi está imundo e as malas não cabem na bagageira  porque está cheia de baldes, panos...
 
Muito raramente temos a sorte de apanhar um taxista simpático e educado... Ou tenho azar ou são cada vez menos.
 
Até parece que vivemos numa cidade subdesenvolvida!